Em seis meses, o protótipo de lacre de segurança para medicamentos desenvolvido pela Anvisa e Casa da Moeda estará concluído. Esta é a expectativa do Diretor da Agência, Victor Hugo Travassos.
“O projeto deverá ser concluído em seis meses. A partir daí, inicia-se a fase de implantação”, explica. No dia 1/12 do ano passado, as duas instituições assinaram um acordo de cooperação técnica para o desenvolvimento de um selo de segurança para inibir falsificações.
O presidente da Casa da Moeda do Brasil, José Barbosa, concorda com a expectativa de Travassos. De acordo com ele, o convênio de cooperação assinado entre os dois órgãos tem como objetivo oferecer mais segurança ao cidadão.
“Na primeira fase do convênio, criaremos elementos para a segurança dos medicamentos. Já na segunda fase, subsídios para o rastreamento. Estamos na primeira fase e já fizemos quatro protótipos que estão submetidos à Anvisa para discussão”, afirmou Barbosa.
O presidente ressaltou que o Brasil tem capacidade técnica para ser o pioneiro na
criação desse tipo de selo. “Imagino que quando tivermos a solução brasileira, poderemos interagir com Venezuela, Colômbia, Argentina, criando um grupo maior para que a gente possa proteger os produtos importados”. Barbosa elogiou ainda a ação da Anvisa nesse processo: “O grupo da Anvisa é muito responsável. A Agência está no caminho certo”.
Travassos e Barbosa participaram, nesta quinta-feira (7/6), do I Encontro para a Prevenção e Combate à Falsificação e Contrabando de Medicamentos. A reunião, que conta com diversas entidades ligadas ao combate à pirataria, termina no dia 9/6 em Foz do Iguaçu.
Informação: Assessoria de Imprensa da Anvisa